14 de novembro de 2008

MAIS UMA (S) DE VINÍCIUS

Há um molequinho danadinho em minha vida. Há fases nas crianças que são fantásticas, mas nada como esta, quando estão aprendendo a falar das coisas, a ter idéias próprias, a descobrir códigos... Eis algumas mais do meu gurizinho. PRIMEIRA
Noite já alta, quase hora de dormir e ele pede ao pai pra fazer um 'gagau'. O pai - abestado - pergunta:
- Filho, tem certeza que quer comer a essa hora? Quer mesmo comer gagau?
O cabrinha sapeca, na bucha, com um sorriso maroto e depois quase em gargalhada:
- Comer gagau? Gagau é de tomar! Mamãe! Papai falou 'comer' gagau! Comer gagau! kkkkkkkkkkkkkkkkkk
**************************
SEGUNDA
Há poucos dias o pai - mais uma vez abestado - o levou pra escola exatamente no dia dos professores. Chegando lá, a escola fechada, a funcionária lembra que não haveria aula, pois era "Dia dos Professores".
Uns 15 dias depois, o 'espertinho' com preguiça de ir pra escola (coisa rara) chega pra mãe e diz:
- Mamãe! Não tem escolinha hoje não porque é "Dia dos Professores"! Não teve jeito. Apesar das boas risadas que provocou foi 'convencido' a ir pra escolinha. Sem traumas!

3 comentários:

Aninha Santos disse...

Teu blog tá cada vez mais gostoso. Gosto dessas tuas fases ótimas. Beijos

PS: Pq a necessidade de escrever sobre morte de crianças? Ficou encucado com q?

Bjitos

Anônimo disse...

OI Junior...sem dúvidas é fantástica a convivência com crianças!! O mais gostoso é vê-los crescendo e perceber que continuam aprendendo a falar das coisas, a ter idéias próprias, a descobrir códigos...E quando estas crianças são as nossas....eita coisa boa!!!
Quanto ao seu blog...concordo com Aninha!Vc surpreende sempre!!
Abração
Angela

RANGEL JUNIOR disse...

É sempre um prazer renovado tê-las como leitoras e interlocutoras.
O tema assassinato de crianças me provocou por não aguentar mais quase todos os dias no noticiário um novo caso.
Acho que estou também mais sensibilizado por estar criando um menininho lindo e fico imaginando às vezes, tremendo de medo que alguém pudesse lhe fazer mal.
Pensar dói, mas a gente pensa, né? e nessas horas eu me sinto bem miudinho...
É isso!