12 de abril de 2009

ELA CHEGOU,FINALMENTE!

A espera foi grande e eu diria ate meio impaciente. Estávamos todos com uma sensação esquisita sobre o que poderia ter dado errado ou todos os porquês sobre sua demora, pois que ela viria um dia, disso todos tínhamos certeza. Até a televisão já havia anunciado que ela estaria num pé e noutro, a caminho e que a qualquer hora poderia dar o ar de sua graça. Pois não é que depois de um dia superquente, ventilação próxima de zero, umidade do ar lá nas alturas, a sensação térmica bem acima da temperatura real e lá vem ela. Final de tarde de sábado, terraço lotado de amigos, uma gigantesca costela de Porco ao forno (à minha moda, claro!), um Guiné ao molho (também à moda do dono da casa), muitos e muitos goles especiais de líquidos refinadíssimos (alguns ofertados pelo laboratório de Sabino Rolim, que esteve presente), música suave e agradabilíssima de Dimas Xavier, causos e poemas matutos declamados por Zé Martins, bom papo, gargalhadas (muitas) e ao fundo o acompanhamento vigoroso, meio barulhento, em ritmo próprio, mas com muita vontade e determinação, idas e vindas, silêncios e sons turbulentos... da chuva. Se veio pra ficar e se instalar de vez pelos próximos meses na Serra da Borborema ainda não da pra saber, mas que fez a festa de muita gente, disso eu tenho certeza. Pela quantidade e intensidade com que veio, espero que não tenha causado estragos logo aos menos favorecidos pela sorte capitalista. Logo agora que já estou arrumando as malas... que assim seja! Hoje tem Juazeirinho, Sítio de Agenor, cheiro de mato e terra molhada, diversão garantida e despedida para mais uma temporada de estudo concentrado. C'est la vie!

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