3 de março de 2009

POR FALAR EM CARNAVAL IV

O leitor e amigo velho de guerras, Alfrânio Gomes de Brito, me envia um comentário que, como sempre, termina por provocar com um mote. Lá vai o tal aqui levemente arrumado. Com uma rima trocando Ç por SS, mas ainda acho que é um recurso mais aceitável que um 'pé quebrado'. A vida é muito sem graça Se tudo for sempre sério. No final o cemitério É o sinal que tudo passa. Quem não festeja ou abraça Eu acho muito anormal Vade retro, baixo astral! Sou escravo da alegria VIVAM OS LOUCOS QUE UM DIA INVENTARAM O CARNAVAL. E apois!?

2 comentários:

Alfrânio disse...

Apois tá certo!

Quem manda "cutucar" cobra com vara curta!?

Eu heim?

KKKKKKKKKKKKKK...

Valeu!
Alfrânio.

Débhora Melo disse...

Ô, RANGEL

Lendo os teus textos de carnaval, toda essa euforia(de menino)por participar da festa mais popular brasileira, contagia e me faz feliz por você, apesar de não gostar.

Mas essa ausência do meu gostar não me transforma em uma pessoa intransigente que contorce o rosto para os desfiles, que vira a cara para o folião.
E chegando ao exagero exacerbado,porém realista, nao viro a cara para a permissividade,a bebedeira e o hedonismo.

Se é isso que momentaneamente os fazem felizes, que sejam, ora pois! rsrs...

Mas reconheço que o "seu carnaval" é uma festa diferente, afinal, você faz a festa.
Não adianta aqui repetir o que já foi relatado por você em tão saudosas e alegres linhas.

Parabéns, por saber brincar, dançar, pular, curtir, alegrar-se e ser um majestoso folião.
Entendo que, de uma forma ou de outra, estar feliz é o que importa e o resto, são apenas restos.


Estava com saudades daqui !!!!


Abraços fraternos.

Débhora Melo.