1 de julho de 2016

Bênção, Mãe!

Bênça, Mãe!
Eu diria a ela na chegada da visita e na saída, como era nosso costume.

Há exatos 7 anos eu estava descendo as escadarias da UERJ,  onde cursava o doutorado, quando um telefonema do meu irmão Bosco Rangel anunciou a verdade fatal e derradeira: Dona Neide havia partido.

Eu já havia perdido mesmo o São João...

Já na madrugada conseguiram um voo que me levaria a João Pessoa, depois de carro pra Campina Grande e ainda depois pra Juazeirinho para definitivamente deixá-la inerte sob a sombra da Timbaúba. Isso mesmo. Coincidentemente, à sombra da árvore que deu nome à sua cidade natal, no Pernambuco.

Mesmo não podendo passar em sua casa pra dizer, eu digo daqui mesmo:
BENÇA,  MÃE!

Um comentário:

Tarso Soares disse...

Tal qual fazia (e ainda faço espiritualmente) com minha mãe que também partiu para outra dimensão em dezembro de 2012, encontrar certamente com o meu pai que nos deixou em junho de 2009