8 de agosto de 2014

Estupidez não tem limites

Se descobrisse uma fórmula para limitar a estupidez humana, eu juro, pode crer, não patentearia. Não quereria nem registro de autoria, (™)  ®... Nada!-
Código aberto pra quem quisesse replicar, aperfeiçoar, desenvolver, redistribuir, reinventar...
Ah, como seria bom!

31 de julho de 2014

QUEM SOUBER ATIRE A PRIMEIRA LUZ

Se as nuvens não me compreendem vou me preocupar?
Problema delas...
Cacei tantos arco-íris e aprisionei nos olhos tantas estrelas cadentes que nada mais me faz temer a escuridão.
Ainda hoje vi, da estrada, uma dessas mergulhando, lá no rumo noroeste.
Sei lá se existe luz para além do prisma que perfurou meus olhos com os primeiros raios solares de um dia qualquer de novembro.
Melhor cantar uma canção e deixar-se levar pelo inusitado som destas 4 cordas, irmanadas em busca de algum equilíbrio ou som universal.
Poderia denominá-las Sol Do Mi La...
Posso também chamá-las de Waldir, Roberto, Junior e Duda.
Procuro apenas um som que nos traduza e que pode se chamar fraternidade.
Procuro apenas a cura para todo o mal, e que pode se chamar apenas AMOR.

Quem souber que me ensine...

26 de julho de 2014

Amigos e amigas.

Há 8 anos e meio resolvi criar este blog e de até aqui consigo que cumpriu razoavelmente aquilo que deu sentido à motivação inicial de sua criação.
Altos e baixos em termos de publicação, freqüência, periodicidade... Vejo que minha relativa regularidade e certa estabilidade em tantas outras coisas não se repete por aqui.
O ato de escrever continua sendo algo muito prazeroso pra mim, mas confesso que andei sacrificando-o por outras tantas escolhas menos felizes. Na maioria das vezes forçado pelas circunstâncias e noutras tantas por falta mesmo de volição. Não que tenha deixado de "ter coisas a dizer".
Não vou prometer nada que não possa cumprir, mas somente pelo fato de ter sentido saudade de bons contatos feitos, de boas interlocuções neste espaço, de fato, confesso que me bateu uma vontade danada de voltar a escrever com mais compromisso, publicar poemas, crônicas, contos, impressões do cotidiano...
O facebook não pode substituir um espaço como este que tem outra natureza, outros objetivos e se propõe também a alcançar outros interesses, longe da fugacidade de uma espécie de "linha do tempo" que cai e se renova a cada segundo.
Vamos ver se a vida me reserva e me oferece um pouco mais de paciência de modo a me permitir voltar sempre.
Vou ver se vocês ainda estão por perto.
Como dizia o pensador, na volta ninguém se perde.
52 chegando...
Todas as engrenagens funcionando (mais ou menos) em ordem... Hehehe
Ganhei uma garantia estendida ao nascer, pelo que sou agradecido.
Todavia, sinto que está chegando ao final do seu prazo.

O tempo dirá!

10 de junho de 2014

MANOEL MONTEIRO

A noticia do desaparecimento do Poeta Manoel Monteiro me deixou com aquele nó na garganta.

Compartilhei numa rede social a informação, com um banner, ainda na esperança de que algo de positivo acontecesse. Uma voz interior dizia que algo de muito errado estaria acontecendo e, nestas horas, um cético engole seco e torce para que o mais temível não tenha acontecido. Torcer aqui é pura força de expressão.

A noticia da sua morte provocou um enorme vazio e a sua viagem épica deixa uma enorme interrogação pra todos nós que gozamos do privilégio de sua convivência alegre e de sua grandeza humana e poética.

Dizer agora que Monteiro era um dos melhores, o melhor, o maior, o mais isso ou aquilo é chover no molhado.

Digo apenas que ele vai fazer uma falta imensa, deixa uma dor danada no coração de muito gente que lhe quer bem, que o admira e que conhecendo os seus tantos predicados valorosos, sempre se pergunta: por que tem que ser assim?

Ele escolheu assim!

Prefiro acreditar, como disse um poeta amigo, que ele escreveu o seu último roteiro, indicou o tema e o enredo completo (cinematográfico) do seu último cordel, já que ele mesmo não poderia escrevê-lo resolveu viver a história e deixar que outros a contem.

Não quis ser o escritor dessa história, mas simplesmente seu protagonista e personagem principal e personagem único e humanamente ativo.

Não adiantou ir embora, pois ficará pra sempre entre nos, na história da poesia popular brasileira, nordestina, paraibana, Campinense.
Nem deu tempo de abraçar ninguém, despedir de ninguém, avisar ninguém...
Fiquemos nós com estas interrogações enormes destas coisas insondáveis da vida humana.
Salve, Manoel Monteiro!

Presente!