12 de agosto de 2011

Chico Passeata, um homem brasileiro!

No início dos anos 90, militando no movimento docente nacional da ANDES, presidindo o sindicato dos professores da UEPB, ADUEPB-Seção Sindical, conheci Helena Serra Azul, professora da UFC e, de quebra, conheci Chico Monteiro, seu eterno namorado e companheiro, o Chico Passeata.
Articulador competente, dominava a política com maestria e se mostrou dono de uma lista interminável de amigos e aliados políticos, sempre dispostos a compor, apoiar, somar em algum projeto político de relevância.
A partir daí fui me tornando amigo do marido de Helena e criando um vínculo próprio com Chico Passeata. Aprendi a gostar e admirar a sua história de vida, verdadeira saga em luta permanente, desde a época de estudante de medicina.
Chico passeata foi o cara que escalou uma estrutura enorme de uma caixa d'água da Faculdade de Medicina da UFC, antes do AI-5, e fincou lá. Uma bandeira com um "viva, Edson Luís", depois da morte do estudante no RJ.

5 de agosto de 2011

Quase Azul

Desde o início dos anos 80, quando a visitei ela primeira vez, tenho um fascínio pelo caminho que vai de Tambaú à ponta do Cabo Branco. Há uns 10 anos transformei este fascínio em canção. Aqui pela primeira vez. Minha homenagem à bela capital paraibana.

26 de julho de 2011

NOTA DA ANP REPELE MATÉRIA DA REVISTA ÉPOCA

Nota da ANP sobre matéria da Revista Época. Assessoria de Imprensa da ANP.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) repele, energicamente, as acusações feitas pela Revista Época em reportagem de capa da edição de 23/7/2011. A revista veiculou falsidades e desconsiderou dados verdadeiros que já lhe tinham sido informados há dois anos. Generaliza suas aleivosias irresponsáveis e agride toda a comunidade que trabalha na Agência. Em respeito a seus servidores e à sociedade, a ANP presta os seguintes esclarecimentos:

Os Srs. Antonio José Moreira e Daniel Carvalho, que aparecem na gravação e foto divulgadas e foram apresentados repetidas vezes na reportagem como “assessores da ANP”, nunca foram assessores desta Agência. Nunca foram sequer do quadro de servidores permanentes da Agência.

Antonio José Moreira é servidor da Procuradoria da Fazenda Federal e foi destacado para o acompanhamento de processos da ANP, atuando em dependência da Agência, como ocorre com os demais órgãos públicos. Daniel Carvalho foi apenas estagiário na ANP. Além disso, a revista maldosamente os apresenta como se estivessem hoje na ANP, sendo que ambos já estão fora dessa Instituição há mais de dois anos.

A reportagem também não informa que, tendo tomado conhecimento em 2009 da gravação referida na matéria, um funcionário da Assessoria de Inteligência da proporia ANP acompanhou a advogada Vanuza Sampaio, ao Ministério Público para a apresentação da denúncia, ficando claro que a ANP estaria, como permanece até agora, à disposição do Ministério Público para os esclarecimentos necessários.

Essas informações, que a reportagem ignora, tinham sido fornecidas pela ANP à Revista Época há mais de dois anos.

O ex-superintendente de Abastecimento da ANP Edson Silva interpelou judicialmente a advogada Vanuza Sampaio, através de seccional da OAB/RS, para que confirmasse em juízo as acusações agora veiculadas pela revista Época. Em sua resposta, a advogada negou que tivesse conhecimento de qualquer irregularidade por ele praticada.

Edson Silva afirma que jamais autorizou quem quer que seja a falar em seu nome ou fazer tratativas do tipo que a revista lhe atribui e nega que tenha havido qualquer encontro em um "café nas cercanias da sede da ANP, no centro do Rio", como consta na reportagem.
A ANP nunca teve conhecimento de qualquer irregularidade praticada pelo ex-superintendente de Abastecimento Roberto Ardenghy.

As insinuações feitas por Época contra o ex-diretor Victor Martins, merecem também nossa repulsa e o nosso protesto, vez que a Revista Época volta a se apoiar em denúncias levantadas há anos e que foram consideradas falsas, depois de ampla investigação por uma CPI do Senado Federal.

Ao contrário do que afirma a Revista, a ANP não se exime de fiscalizar ou tolera irregularidades no mercado de combustíveis. A prova maior disso é a qualidade dos combustíveis brasileiros, que estão de acordo com os melhores padrões mundiais. Qualidade resultante do rígido controle exercido pela ANP, o qual envolve operações regulares de fiscalização realizadas em coordenação com o Ministério Público, órgãos estaduais e municipais.

Quanto à acusação de aparelhamento político, a Revista Época ignora que o quadro permanente de servidores da ANP só foi constituído na atual administração, por meio de dois concursos públicos que permitiram a contratação de mais de 650 servidores, repita-se, todos concursados. São profissionais capacitados, que servem à sociedade com dedicação e correção, não sendo merecedores do tratamento ofensivo que lhes foi dispensado pela Revista.

26 de junho de 2011

JUIZ PISOU NA BOLA

Não pense que eu falo aqui de árbitro de futebol (isso mesmo) que não deve ser confundido com juiz. São duas coisas diferentes, apesar de sabermos que um, dentro do campo, tem mais poder que o outro (fora).

A notícia tomou conta do país. "A corregedora do Tribunal de Justiça de Goiás, desembargadora Beatriz Figueiredo Franco, “tornou sem efeito” nesta terça-feira (21) a decisão do juiz da 1ª Vara de Fazenda Pública de Goiânia Jeronymo Pedro Villas Boas, que anulou o contrato de união estável firmado por casal homosexual."

Pense numa confusão grande... e veja nos endereços que podem ser acessados a partir daqui: http://eptv.globo.com/noticias/NOT,0,0,355159,Desembargador+torna+sem+efeito+anulacao+de+casal.aspx

Não me intrometo neste assunto por me entender incompetente para tal. Fiquei feliz da vida quando Paizinha, gay, lésbica, homo... o que você quiser chamar... me convidou pra ser padrinho de seu casamento com Normana... sua companheira com quem vive amorosamente há quase 20 anos.

E daí? O que eu tenho a ver com isso? Ôxe! Paizinha e Normana formam um casal (e cá pra nós!) dos mais longevos que conheço. Qual o problema de botarem no papel que há 18 ou 19 anos elas vivem juntas e dividem, além do afeto - que o Estado não pode regular -, questões comezinhas como reforma de uma casa, levantamento de paredes, pinturas e ajustes outros de construção de um espaço de lazer, melhoramento de uma área ou outra na casa que dividem desde este tempo todo...

A pergunta é: quem sou eu pra dizer que elas não têm uma vida em comum e não devem ter o direito de dividir em comum a sua vida e suas materialidades? Alto lá! Vamos e venhamos, mas o que se discute mesmo é a propriedade...

Que o amor seja live e a propriedade regulada como sempre... mas pelo menos não sejamos nós os caudatários de uma regulação que restrinja o direito geral que temos aos que não têm a mesma orientação sexual que nós. Ora!

Paciência!

12 de junho de 2011

TRÊS TUITADAS SOBRE NAMOROS E NAMORADOS/AS

Quadrinha antiga: "O inverno é rigoroso /Já dizia minha avó/ Quem dorme junto tem frio/ Quanto mais quem dorme só!" rsrs

O calor me fez suar/No meio da madrugada/Imaginei que uma chuva/Era ali anunciada/E a manhã fria convida/Pros braços da namorada.

Se eu fosse Patativa/Abriria a madrugada/Viveria só cantando/E não faria mais nada/A não ser grudar no bico/D'uma Patativa amada.